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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

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Rio+20 terá adicional de R$ 430 mi para segurança PUBLICIDADE DA AGÊNCIA BRASIL


O Congresso Nacional aprovou nesta terça-feira (14), em sessão conjunta da Câmara e do Senado, crédito suplementar de R$ 430 milhões para a organização da Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, que o Brasil vai sediar em junho de 2012. O dinheiro irá para o reforço do policiamento do Rio e para o controle de imigração.
A conferência deverá reunir chefes de Estado e de governo e representantes da sociedade civil, de ONGs (organizações não governamentais) do mundo inteiro e de organismos multilaterais para debater as relações entre economia e ambiente sob a ótica do desenvolvimento sustentável.
Além dos recursos para a organização da conferência, os parlamentares aprovaram cinco projetos de lei que abrem crédito suplementar de mais de R$ 1,2 bilhão. Um dos projetos libera R$ 135,5 milhões para o Ministério da Defesa, para reforço do trabalho do Exército nas favelas pacificadas dos morro do Alemão e da Penha, na zona norte do Rio.
O Ministério da Defesa ainda receberá mais R$ 380,9 milhões, junto com o Ministério da Justiça, para investir em patrulhamento das rodovias federais, manutenção do sistema de segurança das penitenciárias federais e reforma e modernização de unidades da Polícia Federal nas regiões Norte e Nordeste.
O pacote de crédito suplementar também inclui R$ 73,6 milhões para implantação de um parque científico e tecnológico e de um campus avançado da Universidade Federal de Juiz de Fora na cidade de Governador Valadares, em Minas Gerais.
Também foram liberados R$ 116,2 milhões às Justiças Federal, Eleitoral e do Trabalho, ao Ministério Público da União e ao Ministério das Relações Exteriores, para aquisição, reforma e construção de imóveis. E mais R$ 76,5 milhões de orçamento extra poderão ser usados para complementar despesas de pessoal no Senado Federal, TCU (Tribunal de Contas da União), na Justiça Federal, nos ministérios da Previdência Social e da Defesa e nos ministérios públicos da União e de estados e municípios.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Cinco países geram metade dos gases-estufa; Brasil é o 6º emissor


Mais da metade de todas as emissões de carbono liberadas na atmosfera são geradas por apenas cinco países. O Brasil aparece na sexta posição, segundo um ranking publicado na quinta-feira durante a COP-17 (17ª Conferência das Partes da Convenção do Clima das Nações Unidas), que acontece em Durban, na África do Sul.
China, Estados Unidos, Índia, Rússia e Japão lideram a lista, seguidos de Brasil, Alemanha, Canadá, México e Irã.
Os primeiros dez países são responsáveis por dois terços das emissões globais, acrescentou o documento, compilado pela empresa radicada no Reino Unido, Maplecroft, especializada em análise de risco.
Três dos seis maiores emissores são gigantes emergentes que demandam energia e desenvolvem suas economias a uma velocidade vertiginosa.
A China, que superou os Estados Unidos alguns anos atrás no topo da lista, produziu 9.441 megatoneladas de CO2-equivalente (CO2e), uma medida que combina dióxido de carbono (CO2) com outros gases aprisionadores de calor, como metano e óxido nitroso.
O método de cálculo utilizado combinou números de 2009 para o consumo de energia com números estimados para 2010.
A maioria das emissões dos países é de dióxido de carbono, graças à enorme demanda de energia. O uso de energias renováveis está aumentando, mas continua pequeno em comparação com o de combustíveis fósseis.
A Índia produziu 2.272,45 megatoneladas de CO2e, parte significativa de metano gerado na agricultura.
"Embora o uso per capita de energia na China e na Índia seja relativamente baixo, a demanda em geral é muito grande", explicou Chris Laws, analista da Maplecroft.
"Quando combinado com o alto uso de carvão e outros combustíveis fósseis, isto resulta em grandes emissões nos dois países", acrescentou.
A produção brasileira, de 1.144 megatoneladas derivados do uso energético, seria significativamente maior se o desmatamento fosse levado em conta.
Entre as economias avançadas, os Estados Unidos --o primeiro país em emissões per capita entre as grandes potências-- produziram 6.539 megatoneladas de CO2e.
A Rússia, com 1.963 megatoneladas, ficou em quarto. Suas emissões caíram após a derrocada da União Soviética, mas espera-se que subam.
No Japão, onde a geração é de 1.203 megatoneladas de CO2e, os temores de segurança com relação à energia nuclear levaram a uma maior dependência em combustíveis fósseis, e um pico em emissões de carbono, disse Laws.
Ele destacou, no entanto, que o governo japonês anunciou sua intenção de preencher a lacuna energética com fontes renováveis.
"É improvável que a tendência de aumento das emissões de gases efeito estufa seja mitigada em médio e longo prazos", relatou por e-mail.
O índice dos 176 países, com base nos níveis anuais de emissões de gases de efeito estufa, combina dados sobre as emissões de CO2 de uso energético e emissões de gases não CO2.
Os dados vieram de várias fontes, entre elas a EPA (Agência de Proteção Ambiental) dos Estados Unidos.
As negociações de Durban, que envolve 194 países no âmbito da UNFCCC (Convenção-quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas) se estendem até o próximo dia 9.


http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/1015595-cinco-paises-geram-metade-dos-gases-estufa-brasil-e-o-6-emissor.shtml

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Degelo do solo ártico eleva emissões de gases do efeito estufa


A quantidade de gases-estufa liberados até 2100 pelo derretimento do permafrost (o solo congelado do Ártico) poderá ser até cinco vezes maior do que se imaginava. Para piorar, esses gases serão ricos em metano, que tem um alto poder de "multiplicar" o aquecimento global.
A afirmação é de mais de 40 cientistas da Rede de Carbono do Permafrost, liderados por Edward Schuur e Benjamin Abbott, em artigo na revista científica "Nature".
De acordo com a equipe de cientistas, a falta de estudos fez com que, até agora, a quantidade certa de carbono contido no permafrost fosse subestimada, assim como seus potenciais efeitos sobre o clima global.
BOMBA-RELÓGIO
Durante centenas de milhares de anos, sucessivos degelos e congelamentos prenderam uma enorme quantidade de restos de animais e plantas sob uma camada espessa de gelo no Ártico.
Agora, com o aquecimento global, esse material irá começar a se decompor e liberar gases intensificadores do efeito estufa na atmosfera.
O grupo estima que, sob essa camada --cobre quase 20% de todas as terras do hemisfério Norte--, haja 1,7 bilhão de toneladas de carbono "preso". O que, definitivamente, não é pouco.
"É quase quatro vezes mais do que todo o carbono emitido pelas atividades humanas em tempos modernos e o dobro do que está presente na atmosfera agora", dizem os autores do trabalho.
Os cientistas usam avançados modelos climáticos no computador. Eles trabalham com dois cenários, um em que as temperaturas globais sobem muito e outro em que o aumento é moderado.
Em ambos os casos, a cobertura do permafrost diminui consideravelmente.
Embora a maior parte do carbono deva ser liberada na forma de CO2 --o mesmo das emissões dos carros, por exemplo-- haverá também muito metano, que tem um potencial de aquecimento 25 vezes maior.
Por isso, embora os cientistas digam que a principal fonte de emissões continuará sendo a queima de combustíveis fósseis, o derretimento do permafrost será "um importante amplificador das mudanças climáticas".
"As maioria das pesquisas fala muito das emissões de desmatamento e combustíveis fósseis. Esse artigo mostra, cada vez mais, que o derretimento do permafrost é um fator importante para a mudança climática", afirma o climatologista do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) José Marengo.
Segundo ele, no entanto, é preciso haver mais estudos sobre a quantidade de gases-estufa liberados. "Sem isso, pode-se ter o melhor modelo de computador que não vai adiantar. O resultado final vai ser uma generalização."


quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Sustentabilidade – Empresas Ecologicamente Corretas


Freqüentemente estamos sendo bombardeados pela mídia e por todos os meios de comunicação por palavras como meio ambiente; sustentabilidaderesponsabilidade social; ecologicamente correto; empresa sustentável e outras coisas que, para muitos de nós, ainda são de difícil assimilação e conceituação.
Dentro desta dificuldade; definir uma empresa sustentável é ainda um mistério para muitos consumidores preocupados com o tema. Afinal de contas, nem sempre são transparentes para os clientes os processos internos que transformar uma empresa comum numa empresa sustentável. O principal problema; é identificar o que vai além do marketing e da propaganda. O que realmente está sendo feito pela empresa “X” em busca da sustentabilidade e quais sinais podem significar que ela está no caminho certo.
Uma análise quatro pontos relativamente simples podem determinar se uma empresa sustentável realmente faz jus a esse título ou é apenas obra da propaganda barata e que deve ser execrada: O ponto inicial é acompanhar o noticiário sobre a empresa e perceber se há notícias de problemas financeiros ou dificuldades de caixa que a empresa venha atravessando. Se isso for uma constante em sua história; essa “empresa sustentável” pode ser sustentável só na fachada. Se nada for mencionado a esse respeito; marque o primeiro ponto para ela em seu conceito.
empresas sustentaveisO segundo ponto a se considerar é: Os produtos produzidos ou os serviços prestados por ela sãoecologicamente corretos? Mesmo que a empresa sustentável produza elementos que agridam o meio ambiente; é necessário levar-se em consideração como ela trabalha para minimizar ou eliminar os impactos provenientes de seu processo produtivo. Consulte entidades ecológicas locais e, novamente, observe o noticiário em tono da candidata a empresa sustentável. Se ela estiver constantemente envolvida em problemas relacionados a poluição do meio ambiente; risque-a do mapa. Caso contrário; ponto para ela.
Um outro ponto importantíssimo para definir uma empresa como sustentável; é saber como ela trata os seus funcionários e a comunidade onde ela esta inserida ou atua. Os passivos trabalhistas são altos e freqüentes? O pessoal trabalha em boas condições? A empresa realiza atividades ou ações ligadas ao bem estar da comunidade que a cerca? Ela se preocupa com os seus funcionários e com os seus consumidores? Novamente se a resposta for sim; a empresa é mesmo sustentável. Se não…
E, por fim, uma empresa sustentável atua num ramo de produção que é social e culturalmente aceito pelo ambiente humano em que está inserida. A ética das ações e a aceitação dos processos produtivos deve ser plena. Não é possível, por exemplo, dizer que uma empresa que atue com contrabando, por exemplo, seja uma empresa sustentável. Pois, além de moralmente questionável; sua atividade é ilegal e passível de punição.
Assim, se o resultado foi positivo para todas as perguntas e observações feitas; você pode realmente considerar essa empresa sustentável. Se um ou outro questionamento não estiver “de acordo”; é sinal de que o caminho ainda deve ser trilhado por mais um tempo e com mais afinco até que se alcance uma situação de sustentabilidade plena.

http://www.atitudessustentaveis.com.br/sustentabilidade/sustentabilidade-empresas-ecologicamente-corretas/

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

O Brasil entra na era solar

 Duas mil pessoas capacitadas para trabalhar com energia solar em uma parceria entre Eletrobrás e universidades na Bahia nos próximos anos. A Cemig anuncia início de sua primeira usina de energia solar com capacidade de 3MW em 2012. A MPX, empresa do Eike Batista, inaugura complexo solar fotovoltaico no Ceará. Segundo a imprensa, 95 empresas nacionais e internacionais atendem à chamada da Aneel para desenvolver projetos de energia solar, incluindo usinas entre 0,5MW e 3MW e pontos de medição nos próximos três anos. A Eletrosul recebe interesse de 14 empresas para sua chamada de pesquisa de painéis solares. Empresa brasileira planeja usinas solares de concentração térmica.
  
Estes são apenas alguns dos acontecimentos registrados nos últimos quatro meses na área de energia solar que podem, se trabalhados direito, colocar o país como um dos líderes no setor e desenvolver seu potencial solar que conta com seis vezes mais incidência solar que a Alemanha, líder mundial em capacidade instalada solar com cerca de 18000MW.


Leia mais:

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Confusão marca estreia de ciclofaixa em Moema, zona sul de SP

A faixa exclusiva para bicicletas em Moema, bairro nobre da zona sul de São Paulo, foi inaugurada no fim de semana em meio a confusões.
Nova ciclofaixa cria polêmica na região de Moema
Veja mapa completo das rotas de bike em SP

Trânsito pesado, falta de vagas e desencontro de informações complicaram a rotina de moradores, comerciantes e até dos ciclistas.
Um motoboy, que circulava irregularmente pela faixa, se feriu no sábado (5) ao bater na porta de um veículo que estacionava na Zona Azul.
No mesmo dia, Carol Maluf, 44, lojista e integrante da associação de moradores de Moema, parou o carro de propósito em cima da ciclovia como forma de protesto.

A polícia teve que intervir para que ela desbloqueasse a pista. A lojista crê que a faixa prejudica o comércio.
André Vicente/Folhapress
Usuários estreiam a ciclofaixa no bairro de Moema, que foi inaugurada no fim de semana
Usuários estreiam a ciclofaixa no bairro de Moema (zona sul de SP), que foi inaugurada no fim de semana

Na mesma via da loja de Carol, a av. Pavão, o estudante de engenharia ambiental Gustavo Toledo, 27, ia para a faculdade de bicicleta. "É uma facilidade. Faço tudo de 'bike' e planejo usar a faixa todos os dias", diz.
Mas estudante reclama da falta de respeito dos motoristas. "Eles circulam sem cuidado, desrespeitam o espaço e estacionam em cima da faixa", afirma.

A CET (Companhia de Engenharia de Trânsito) diz que a rede cicloviária está em fase de testes. Após 15 dias, motoristas que circularem ou bloquearem a ciclovia serão multados e perderão pontos na carteira.

domingo, 6 de novembro de 2011

Veja onde descartar objetos obsoletos, como celulares e lâmpadas


05/06/2011 - 07h00
PUBLICIDADE
ROSANA FARIA DE FREITAS
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

De um ano para o outro, o seu computador fica obsoleto. O celular passa de item cobiçado a peça pré-histórica em questão de meses. Imagine se esses produtos, e mais baterias de carro, exames de raio-X e lâmpadas fluorescentes fossem dispensados como entulho comum.

Marlene Bergamo/Folhapress
Depósito da Utep em Guarulhos (Grande SP), onde pneus são triturados e reciclados
Depósito da Utep em Guarulhos (Grande SP), onde pneus são triturados e reciclados
As baterias de carro contêm chumbo, que gera problemas ao sistema nervoso, enfraquece os ossos, causa anemia. Essas substâncias tóxicas podem se instalar em seu corpo de forma simples: uma vez despejadas no solo, têm suas matérias-primas decompostas, são ingeridas por vermes e minhocas e, em contato com o lençol freático, entram na cadeia alimentar por meio das plantas. Como você é o último componente desse ciclo, consome as substâncias absorvidas ao longo do processo.
As lâmpadas fluorescentes contêm vidro e metal, e são compostas por fósforo e mercúrio. O fósforo favorece o surgimento de câncer e provoca lesões nos rins e no fígado; o mercúrio, se inalado, pode causar dor de cabeça, febre, fraqueza muscular. A esses "poluidores" se unem outros, como computador e pneu, todos com componentes tóxicos na composição.
O Brasil é o país que mais descarta computadores pessoais per capita --0,5 kg por habitante--, segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU). Na China é de 0,2 kg por pessoa.
O número dessas máquinas vendidas no país sobe 15% a 20% ao ano: em 2010, atingiu 13,3 milhões, de acordo com a consultoria IT Data.
No mundo todo, são geradas 40 milhões de toneladas de resíduos eletrônicos anualmente, sendo que apenas 10% passam por reciclagem de forma apropriada.
O trabalho de desmontagem e o reaproveitamento é pouco conhecido por aqui, segundo o Cedir (Centro de Descarte e Reuso de Resíduos de Informática da USP).
REAPROVEITAMENTO
Para entender a importância de dar destino certo ao velho aparelho de TV ou ao computador, é preciso se dar conta de que quase 50% dos eletroeletrônicos é composto de plástico e ferro, insumos largamente aproveitáveis. O chumbo volta à ativa como matéria-prima. O vidro das telas gera cerâmica vitrificada, empregada em pisos.
Grande parte do asfalto vem dos pneus que são dispensados adequadamente. Embora a valorização energética --em caldeiras de indústrias, por exemplo-- seja o principal destino, boa parte deles é utilizada para fazer asfalto ecológico, piso de quadras poliesportivas e artefatos de borracha, como tapetes e sapatos.
Segundo a Reciclanip, entidade responsável pela coleta de pneus e ligada à Anip (Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos), em 2010 o Brasil reciclou mais de 300 mil toneladas de pneus, equivalente a quase 62 milhões de unidades de carros.
ONDE DESCARTAR
Jogar o lixo no lugar certo ajuda a sustentabilidade do planeta porque significa economia e aproveitamento de matéria-prima. Por isso, alguns países fazem recomendações oficiais para o descarte correto do produto.
No Brasil, uma iniciativa desse tipo seria de grande valia, porque só em São Paulo o volume mensal de compra de óleo é de mais de 20 milhões de litros, segundo pesquisa da Nielsen. Aqui, algumas empresas e hospitais fazem a coleta daquilo que já não serve mais para você.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Nasa descobre rachadura em geleira e monitora formação de iceberg

Uma rachadura com até 280 m de largura e 60 m de profundidade foi identificada pela maior missão aérea de monitoramento do gelo polar, a Ice Bridge, da Nasa.
Nasa-26.out.11/France Presse
Rachadura gigante, com 280 m de largura e 60 m de profundidade, na ilha Pine, Antártida
Rachadura gigante, com 280 m de largura e 60 m de profundidade, na ilha Pine, Antártida

Cientistas da agência afirmaram ontem que a fissura se estende por 29 km na geleira da ilha Pine, na Antártida. Ela deverá dar origem a um iceberg de 880 km².
A observação da enorme rachadura foi feita em voos de investigação realizados em outubro pela equipe da Ice Bridge. Em 2001, a mesma geleira já havia dado origem a um iceberg, e muitos especialistas acreditavam que o processo pudesse se repetir. Mas, até a recente missão, não havia indicações de que isso estivesse acontecendo.
Apesar de impressionante, o fenômeno faz parte do "processo natural das geleiras", dizem os pesquisadores. "Sabemos pouco da formação desses icebergs porque não observamos com frequência esses fenômenos. É a primeira vez que sobrevoamos uma fissura tão grande. Esperamos que isso ajude a explicar como eles se formam para podermos prevê-los", afirmou
Michael Studinger, o chefe do projeto, em videoconferência com a imprensa.
Uma dos objetivos do Ice Bridge é acompanhar, sobrevoando e por satélite, as mesmas regiões de gelo. Assim, é possível acompanhar as mudanças.

http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/1001500-nasa-descobre-rachadura-em-geleira-e-monitora-formacao-de-iceberg.shtml

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Menos desperdício, mais lucratividade-Sebrae

 
Menos desperdício, mais lucratividade
Conheça o programa Sebrae 5 Menos que são Mais – Redução de Desperdício em Micro e Pequenas Empresas
A aplicação da metodologia 5 Menos que são Mais consiste na análise e diagnóstico de possíveis desperdícios, seguidos da apresentação de soluções para minimizá-los.

A primeira fase consiste na caracterização do empreendimento, avaliação dos principais processos produtivos, consumos de matérias-primas, insumos, água e energia, bem como os resíduos gerados.

Nesta fase também é aplicada a Metodologia Sebrae de Eficiência Energética, na qual é analisado o consumo elétrico, identificando-se possíveis perdas de energia e sugerindo-se correções necessárias.

Na segunda fase, as fontes de desperdício são avaliadas isoladamente dentro do processo produtivo. Para os problemas apontados na primeira fase são desenvolvidos e propostos aos empresários procedimentos que quantifiquem e, quando possível, minimizem as perdas. Ainda nesta fase o consultor ajuda o empresário a implantar e aferir o resultado das medidas propostas.

Somente no Distrito Federal, 722 empresas foram atendidas pelo programa, em mais de 56 segmentos da indústria, comércio, prestação de serviços e agroindústria. As experiências e informações resultantes da aplicação do sistema são objeto da publicação Experiência Sebrae/DF na aplicação da Metodologia Sebrae 5 Menos qe são Mais – Reducação de Desperdicio no Distritio Federal.

Conheça também os resultados do programa divididos por segmento:

Para informações detalhadas sobre o que é e como participar do programa 5 Menos que são Mais, acesse o Curso Redução de Desperdício.
Conheça ainda nossa Biblioteca que disponibliza textos, Convenções, Normas e Legislação voltadas à atuação ambiental responsável em seu setor.
 

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Brasileiro consome 91 latinhas de bebida por ano


O Brasil lidera ranking mundial em reciclagem de latas de alumínio: em 2010, 97,6% das latas vendidas foram reutilizadas.
O índice brasileiro, segundo a Abal (Associação Brasileira do Alumínio), superou os do Japão, da Argentina, da média europeia e dos Estados Unidos; respectivamente.
"Desde 2001 estamos com índices superiores a 90%, o que mostra que não se trata de uma flutuação. É um índice consistente", afirmou Renault Costa, presidente da Abralatas (Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alta Reciclabilidade).
Eduardo Knapp/Folhapress
Em 2010, brasileiros reutilizaram 97,6% das latas vendidas; índice é maior do que muitos países desenvolvidos
Em 2010, brasileiros reutilizaram 97,6% das latas vendidas; índice é maior do que muitos países desenvolvidos
Entre 2009 e 2010, houve crescimento de 21% no volume das reciclagens, de cerca de 198,8 mil toneladas para 239,1 mil toneladas --o que equivale a 17,7 bilhões de latas.
Anualmente, consome-se no Brasil, em média, 91 latinhas por pessoa.
A indústria de reciclagem de embalagens de alumínio movimenta aproximadamente R$ 1,8 bilhão --R$ 555 milhões só em em coleta-- e gera cerca de 3.800 empregos.
Os representantes do setor informaram que, para que tal índice seja sustentado, é necessário que a PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos), de 2010, alinhe as políticas estaduais e municipais sobre a reciclagem de embalagens de alumínio, estimule o mercado de resíduos por meio do fortalecimento e do aperfeiçoamento de cooperativas e fomente a reciclagem por meio de desoneração tributária.
O presidente da Abralatas, Renaut Costa, ainda afirmou que o poder público não deve interferir no setor. Ao contrário, deve reconhecer a eficiência dos sistemas de reciclagem existentes e estimulá-los.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

CRIE CONVERSAS, NÃO ANÚNCIOS – O CONCEITO DE COMMUNITING POR WILL.I.AM





Seja lá o que você pensa sobre o futuro dos negócios
Seja lá o que você acha que a sua marca significa para a massa
Ou qual for a sua estratégia de marketing para os jovens
Uma coisa é certa: estamos no meio de uma mudança épica
Sob alguns aspectos, parece que voltamos ao Século XVII, quando todos estavam na corrida para descobrir o novo mundo
O Google são os franceses, o twitter são os espanhóis
A Microsoft são os holandeses, os malucos da Apple são os portugueses
Os oceanos são a internet e os computadores e softwares são os navios
E todos eles estão navegando para encontrar e conquistar novas terras

A mudança está acontecendo por todas as partes
Na política por todo o mundo, no âmbito corporativo
No ramo do entretenimento, nas fábricas
Os setores da economia e as marcas têm que se perguntar:
Por que isto está acontecendo? Qual é a causa disto?
Se você não se perguntar, não será capaz de se manter relevante quando a energia da transformação terminar
Novos tempos demandam novas ideias
Olhar para o passado não é uma forma de garantir um futuro
Repare nos filmes:
Um novo “Planeta dos Macacos” e um remake de “Conan, o Bárbaro”
Enquanto na TV há as novas “Panteras” e um novo “Hawaii 5-0”
É como se tivéssemos perdido a capacidade de imaginar

Teriam desaparecido todas as mentes criativas?
Ou quem foi que parou de investir nos sonhadores?
A indústria da música continua vendendo discos de plástico – também conhecidos como álbuns

Enquanto os atuais fãs de música compram ou escutam músicas direto da internet ou nos seus celulares
O presente gira em torno do acesso à representação física do consciente coletivo
Antigamente a consciência coletiva era um apenas um conceito
Hoje, a consciência coletiva está no seu smartphone e se chama Twitter
O Twitter é a representação física da consciência coletiva, pela qual pode-se conectar com a consciência de milhões
Você não precisa adivinhar o que se passa na cabeça das pessoas
As pessoas estão conectadas
Para se manter relevante, você,seu negócio ou a sua marca precisam ser parte desta conexão
É preciso participar das conversas, ou mesmo começar as conversas
É preciso inventar ou amplificar culturas
Marcas precisam ouvir a comunidade…

Pense nos setores da economia que estão prosperando e naqueles que estão tendo prejuízo
Muitos dos que estão no prejuízo têm apostado nos comerciais de TV e ainda não encontraram novos maneiras de ofertar seus produtos
Os que estão prosperando não têm comerciais mas ainda assim são bem-sucedidos

Qual foi a última vez que você assistiu a um comercial do facebook?
Qual foi a última vez que você assistiu a um comercial do zynga?
Qual foi a última vez que você assistiu a um comercial do twitter?
Ou de algum outro negócio em ascensão nas suas comunidades?
Há um novo conceito de marcas e negócios que reúnem comunidades
Você não precisa utilizar os canais tradicionais para o marketing e a publicidade
Hoje em dia, você precisa transformar um momento em uma força e uma força em um movimento
Que não pode ser realizado em um comercial de 30 segundos
É preciso iniciar uma conversa com seus consumidores
Então eu digo: crie conversas e não anúncios
Em 2011, se você quer encontrar seus consumidores, não pode fazer negócios como se estivéssemos em 1991 ou mesmo em 2001
especialmente no mercado para jovens
O que prendia a sua atenção ontem não vai mais prender hoje ou amanhã
Práticas antigas não resolverão problemas do presente ou do futuro
Os empresários antes iam onde o dinheiro estava
Atualmente, para se ter um negócio, é preciso ir onde estão as pessoas
Pessoas tem o poder de acabar com as marcas ou fazer delas um sucesso

Penso que deveríamos evoluir do marketing para o Communiting
Comercializamos tanto que matamos as comunidades
Comercializamos tanto que temos feito mal aos nossos clientes
Temos que conduzir os negócios de uma forma que dê condições e sustente as comunidades
Communiting é a comunicação entre pessoas e companhias que dão condições e sustentam uma comunidade
O comércio está nas intersecções dos relacionamentos entre as pessoas e as empresas
Communiting será o novo padrão:
Se o seu anúncio, plano de marketing ou comunicação não acrescenta, remodela, dá condições ou fortalece a comunidade, então não o leve adiante
Além de um grande músico, produtor e artista inovador, Will.i.am ainda cria um novo conceito para a comunicação, a publicidade e a propaganda, diferente de como as conhecemos hoje: o Communiting, a comunicação entre as pessoas e as companhias sustentando as comunidades. Uma nova comunicação, que envolve a participação e o entendimento, tanto das empresas como do público e das comunidades.
E por que esse manifesto pelo Communiting está no Macacos me Bloguem? Por que também acreditamos nesse texto. A comunicação tem muito mais a ver com o diálogo do que com a símples absorção de mensagens. Sempre defendemos essa ótica nas apresentações. Uma apresentação não acaba quando o palestrante desce do palco. Ela continua nos comentários do público, em seus Twitters, nas comunidades como o Facebook, e esse diálogo do palestrante e o público continua. A apresentação é apenas o start de uma conversa que une as pessoas e a discussão é importante para que a sua idéia continue e para que novas idéias apareçam.
A idéia de Communiting do texto é um conceito que acreditamos aqui na MonkeyBusiness. Por isso nos envolvemos com os TEDx e diversos outros eventos. Por isso estamos em todos eles, assistindo apresentações, conversando compalestrantes e com o público, por isso nos envolvemos com coaching dos palestrantes, com as suas histórias, e trabalhamos para retrata-las da melhor maneira possível em nossas apresentações. E posso afirmar com certeza que aprendemos muito com cada evento novo que participamos. E esse aprendizado renova a maneira de criarapresentações que temos.
É importante que pensemos em Communiting ao apresentar. É importante que saibamos que as nossas apresentaçõesdevem gerar o diálogo, a troca de idéias, e que as nossas idéias transmitidas nas apresentações não são carimbos, elas serão discutidas e avaliadas no momento da sua apresentação e nas diversas comunidades online. A sua apresentação continuará sendo vista na internet, no seu slideshare ou similares. O diálogo e as idéias continuarão.
A sua apresentação é um meio de te aproximar ao seu público, de dialogar com ele.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Buraco na camada de ozônio chega a nível máximo nesta temporada


O buraco na camada de ozônio no hemisfério sul chegou a seu nível máximo anual em 12 setembro, ao alcançar 16 milhões de quilômetros quadrados, o 9º maior dos últimos 20 anos. As informações são da Nasa (agência espacial americana) e da Noaa (Administração Atmosférica e Oceânica dos EUA).
A camada de ozônio protege a vida terrestre ao bloquear os raios solares ultravioleta e sua redução adquire especial importância nesta época do ano, quando o hemisfério sul começa a ficar mais quente.
A Nasa e a Noaa utilizam instrumentos terrestres e de medição atmosférica aérea a bordo de globos e satélites para monitorar o buraco de ozônio no polo Sul, os níveis globais da camada de ozônio na estratosfera e as substâncias químicas artificiais que contribuem para a diminuição do ozônio.
"As temperaturas mais frias na estratosfera causaram neste ano um buraco de ozônio maior que a média", disse Paul Newman, cientista-chefe do Centro Goddard de Voos Espaciais da Nasa.
"Embora fosse relativamente grande, a área do buraco de ozônio neste ano estava dentro da categoria que esperávamos, dado que os níveis químicos de origem humana persistem na atmosfera", lamentou.
O diretor da divisão de Observação Mundial da Noaa, James Butler, afirmou que o consumo dessas substâncias que destroem o ozônio diminui pouco a pouco devido à ação internacional, mas ainda há grandes quantidades desses produtos químicos causando danos.
No entanto, a maioria dos produtos químicos permanece na atmosfera durante décadas.
A Noaa esteve monitorando o esgotamento do ozônio no mundo todo, incluindo o polo Sul, de várias perspectivas, utilizando globos atmosféricos durante 24 anos para recolher os perfis detalhados dos níveis de ozônio, assim como com instrumentos terrestres e do espaço.

 Fonte:   http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/994554-buraco-na-camada-de-ozonio-chega-a-nivel-maximo-nesta-temporada.shtml


sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Prêmio Empreendedor Social tem 11 finalistas

Prêmio Empreendedor Social tem 11 finalistas
Dos 272 inscritos de 24 Estados e do Distrito Federal na sétima edição do Prêmio Empreendedor Social e na terceira do Prêmio Folha Empreendedor Social de Futuro, 11 estão na final do concurso, que visa identificar líderes sociais em todo o país.
Os vencedores das duas categorias serão revelados no próximo dia 9 de novembro, em cerimônia restrita a convidados no Masp (Museu de Arte de São Paulo).
O evento, que terá como mestres de cerimônia Cláudia Cotes e Fábio Bibancos, da Rede Folha de Empreendedores Socioambientais, será aberto às 20h com uma apresentação da Camerata Bachiana e do coral do projeto social "A Música Venceu", regidos pelo maestro João Carlos Martins.
Os finalistas dos prêmios deste ano são: Claudia Vidigal, Dagmar Garroux, Gisela Solymos, Iraê Cardoso, José Dias e Luciana Quintão, para o Empreendedor Social, e Eduardo Pacheco, Henrique Saraiva, Luana Nobre, Phelipe Nobre e Valmir Lins, para o Empreendedor Social de Futuro.
RECORDE
Promovido em 14 países e em seis regiões pela Fundação Schwab, organização suíça criada por Klaus Schwab, mentor do Fórum Econômico Mundial, e sua mulher, Hilde, o concurso brasileiro teve cinco fases, sendo que 22 empreendedores sociais foram selecionados para a semifinal e 11 chegaram à final.
Antes de serem submetidos ao júri, os empreendedores sociais passaram por uma verdadeira sabatina.
A comissão organizadora, o Iats (Instituto de Administração para o Terceiro Setor Luiz Carlos Merege) e a sitawi (empresa que oferece capital e aconselhamento para impacto social) fizeram primeiro uma avaliação dos documentos que comprovam inovação, sustentabilidade, impacto social direto, influência em políticas públicas e no perfil do empreendedor social, principais requisitos, e também alcance/abrangência e efeito multiplicador.
Depois, uma equipe de jornalistas foi enviada para visitar cada um dos projetos finalistas, entrevistando, por de três a cinco dias, o empreendedor e sua equipe, além de apoiadores, família, beneficiários diretos e parceiros.
O Brasil, pelo sétimo ano consecutivo, é recordista mundial de inscrições no Prêmio Empreendedor Social, parceria da Folha com a Fundação Schwab. Está à frente inclusive de Índia e Estados Unidos.
O JÚRI
Carlos Klink, professor-doutor em ecologia pela Universidade Harvard, professor no Departamento de Ecologia da Universidade de Brasília e oficial sênior do Programa Negócios Sustentáveis do Banco Mundial
Claudio Padua, biólogo, e Suzana Padua, designer e educadora ambiental, vencedores do Prêmio Empreendedor Social 2009 e fundadores do Ipê (Instituto de Pesquisas Ecológicas)
Jacques Marcovitch, professor da FEA-USP (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo) e conselheiro do Fórum Econômico Mundial para a América Latina
Luiz Eduardo Pereira Barretto Filho, sociólogo, diretor-presidente do Sebrae Nacional (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas)
Maria Cristina Frias, jornalista, colunista da Folha
Mirjam Schoening, administradora, diretora-executiva da Fundação Schwab
Patrícia Villela, advogada, conselheira de ONGs e associações internacionais
Sérgio Portugal, economista, diretor alterno para Brasil e Suriname no BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento)
Vik Muniz, artista plástico com trabalhos em conceituados museus internacionais
FINALISTAS
PRÊMIO EMPREENDEDOR SOCIAL
Claudia Vidigal, 37, psicóloga
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Instituto Fazendo História (SP) -- Criou tecnologia social que registra a história de crianças e adolescentes em instituições de acolhimento
Dagmar Garroux, 57, pedagoga
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Casa do Zezinho (SP) -- Desenvolveu método educacional em área de risco que tem como foco o desenvolvimento humano integral
Gisela Solymos, 46, psicóloga
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Centro de Recuperação e Educação Nutricional (SP) -- Recupera crianças e adolescentes desnutridos ou obesos promovendo a educação nutricional de toda a família
Iraê Cardoso, 56, analista de sistema
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Associação dos Amigos e Pais de Pessoas Especiais (AL) -- Formou uma equipe multidisciplinar que virou referência no atendimento a deficientes com recursos do SUS
José Dias, 48, economista
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Centro de Educação Popular e Formação Social (PB) -- Conseguiu com o associativismo comunitário o desenvolvimento rural sustentável do semiárido paraibano
Luciana Quintão, 49, economista
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Banco de Alimentos (SP) -- Implantou uma gestão eficiente para buscar alimentos onde sobra e entregar onde falta, combatendo o desperdício
PRÊMIO FOLHA EMPREENDEDOR SOCIAL DE FUTURO
Eduardo Pacheco
Eduardo Pacheco, 41, administrador de empresas
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Associação Hurra! (SP) -- Pioneiro no uso do rúgbi como ferramenta de capacitação e inclusão social em equipamentos públicos da periferia de São Paulo
Henrique Saraiva, Luana Nobre e Phelipe Nobre, do Adaptsurf
Henrique Saraiva, 32, profissional de marketing, Luana Nobre, 27, educadora física, e Phelipe Nobre, 33, fisioterapeuta
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Adaptsurf (RJ) -- Disponibilizam a acessibilidade nas praias a pessoas com deficiência, promovendo a inclusão por meio do surfe adaptado
Valmir Vale, 42, artista plástico
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Instituto Musiva (RJ) -- Promove com oficinas de mosaico o desenvolvimento econômico e social em favelas pacificadas ou não no Rio de Janeiro

http://www1.folha.uol.com.br/empreendedorsocial/994130-premio-empreendedor-social-tem-11-finalistas.shtml

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Campanha quer mostrar a importância da água para a vida


A ONG Charity Water montou uma campanha para incentivar as pessoas a economizarem água. Para isso, eles mostram em uma série de cartazes a importância da água e como ela é capaz de mudar muita coisa no cotidiano das pessoas.
Para dar ainda mais dados sobre isso, a ONG listou dados mundiais sobre a importância desse recurso:
Higiene: fazer a limpeza com água limpa pode diminuir o risco de proliferação de doenças em até 50%. E entre as 42 mil mortes decorrentes do uso de água poluída, 90% são crianças com menos de cinco anos de idade.
Saúde: a falta de saneamento básico representa 80% das mortes, muito mais que atos de violência e guerra.
Educação: na África, é comum que a busca pela água seja um empecilho para as crianças irem para a escola. Além disso, as situações de higiene em várias escolas prejudica a saúde das crianças.
Alimentação: quando pequenas comunidades recebem um programa de entrega de água potável, eles conseguem cultivar pequenas hortas e gerar a alimentação na próprio local, ficando menos suscetíveis a crises, conflitos e governos corruptos.

Fonte : http://atitudesustentavel.uol.com.br/blog/2011/10/20/campanha-quer-mostrar-a-importancia-da-agua-para-a-vida/
fonte 

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Limpeza da casa mais sustentável com produtos naturais

Produtos trocam petróleo por produtos naturais para a limpeza das louças e das roupas
 
Fonte : Gisele Eberspacher às 13h46 de 19/10/2011-http://atitudesustentavel.uol.com.br/blog/2011/10/19/limpeza-da-casa-mais-sustentavel-com-produtos-naturais/
 
Querendo fazer uma limpeza mais sustentável em casa e não sabe como? Já estão disponíveis no mercado os produtos da marca Amazon H2O, que conta com lava-roupas, sabão em barra, amaciante e lava-louças. A formulação é 100% biodegradável, usando o babaçu. Já o odor dos produtos também é feito com matéria-prima da Amazônia: o guaraná e o açaí.

As embalagens da linha também são produzidas pensando em uma maior sustentabilidade e várias chegam a ter até 85% a menos de plástico que embalagens convencionais. Além disso, são feitos com materiais oxi-biodegradáveis. As embalagens do refil, em sache, não possuem nem rótulo nem tampa, diminuindo etapas de produção. Assim, o consumidor compra apenas uma vez a garrafa PET para armazenamento do produto e nas próximas compras usa apenas o refil.

Um exemplo de como a composição dos produtos é diferente é a falta de espuma no lava-roupas. Isso, porém, faz com que a roupa precise de um número menor de enxágues, gastando menos água na lavagem.

O óleo de babaçu, usado na composição dos produtos substituindo o petróleo, causa inclusive menos agressões à pele das pessoas que entram em contato com o material. E, ao contrário de substâncias com petróleo que não são absorvidas pelo meio ambiente e podem causar a poluição da água, a fórmula dos produtos naturais é decomposta 21 dias após o uso.

Campanha incentiva descarte correto de lixo eletrônico

Mês do Consumo Sustentável.



Até o próximo dia 26, os moradores de Brasília, Belo Horizonte,
São Paulo e do Rio de Janeiro poderão descartar de forma correta 
o lixo eletrônico, como celulares e computadores obsoletos e estragados.


A coleta do material faz parte da estratégia de consumo sustentável 
desenvolvida pelo Ministério do Meio Ambiente. A expectativa do
 órgão é que sejam coletadas 50 toneladas de lixo eletrônico nestes 15 dias.


"Temos que conscientizar os consumidores que há lugar [adequado] para o 
lixo eletrônico", disse a gerente de Consumo Sustentável do Departamento
 de Produção e Consumo Sustentável do ministério, Fernanda Daltro.


Segundo ela, o lixo coletado durante a campanha será reciclado ou descartado
 por empresas de reciclagem.
A campanha será desenvolvida por meio de parceria do ministério com 
companhias de metrô de Brasília, São Paulo, do Rio de Janeiro e de Belo 
Horizonte, o Carrefour, a Phillips do Brasil, a Oxil --empresa que atua no 
mercado de reciclados desde 1988-- e a Descarte Certo. Neste ano, o governo
 instituiu outubro como o Mês do Consumo Sustentável.


Em Brasília, a população poderá descartar o lixo eletrônico em um coletor 
da estação 
Galeria dos Estados do metrô, no Setor Comercial Sul.


Em São Paulo, o posto de coleta ficará na estação Tucuruvi, na Linha 1 Azul.
No Rio, o material poderá ser deixado na estação Carioca e em Belo Horizonte,
 na estação Eldorado.
O Brasil consome por ano mais de 120 milhões de eletroeletrônicos. 
Pelo menos 500 milhões de produtos se encontram sem uso nas casas dos
brasileiros.


Esses produtos contêm mercúrio, chumbo, fósforo e cádmio --substâncias 
podem contaminar o ar, a água e o solo.
Por isso, o ministério que conscientizar a população sobre a necessidade de
 descartar de forma correta o lixo eletrônico.


Fonte: 
http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/989453-campanha-incentiva-
descarte-correto-de-lixo-eletronico.shtml